Token NFT

Collection

Token NFT criado para Fins Sociais e Ajuda Humanitária, bem como
para os Apoiadores e Simpatizantes do Presidente Bolsonaro.

Perfeito para colecionadores!


Propósito e Tecnologia

O povo brasileiro vem sofrendo, ao longo dos últimos anos, distorções de valores e bons costumes. O Bolsonaro Coin (BSN22) veio para mostrar a força dos simpatizantes e apoiadores às ideias e posicionamentos do Presidente Bolsonaro.
NFT Colecionável

O Bolsonaro Coin (BSN22) foi elaborado para colecionadores, apoiadores e simpatizantes do Presidente Bolsonaro.

NFT Binance Smartchain

NFT criado dentro da plataforma Binance Smartchain segundo todas as normas da rede BSC, 100% auditável e com sua movimentação pública.

Apoio aos Valores

Uma alternativa para que os simpatizantes e apoiadores do Presidente Bolsonaro mostrem a força dos valores e dos bons costumes da família brasileira.

Sobre o NFT Bolsonaro Coin (BSN22)

Propósito e cronograma do projeto BSN22

O Bolsonaro Coin (BSN22) é um token NFT, ou seja, Token Não Fungível, criado para representar a candidatura de Jair Messias Bolsonaro à reeleição em 2022, podendo gerar interesse a colecionadores em geral, apoiadores do Presidente Bolsonaro e especuladores do mercado Cripto.

Foi criado em apoio ao nosso presidente que, com seus posicionamentos fortes e grande apoio da população, mudou o cenário político nacional. Sob este aspecto, não apenas os apoiadores, mas também os colecionadores em geral, terão real interesse na aquisição do token. Os primeiros, para firmar sua posição de apoiadores das ideias e ajudar a demostrar a força de um token com o nome Bolsonaro. Os segundos, para garantir um token que pode se destacar mundialmente, uma vez que, independentemente do resultado das eleições de 2022, as posturas e as mudanças realizadas pelo Presidente Bolsonaro no cenário brasileiro já deixaram registros históricos para as gerações futuras.

Não obstante este contexto de token NFT com escopo de representar a candidatura de Jair Messias Bolsonaro à reeleição em 2022, não se pode desconsiderar que, por se tratar de uma criação no mercado de criptomoedas, os especuladores também terão seu espaço, uma vez que a possibilidade de grande busca pelo token, somada à escassez, deve gerar valorização do mesmo, obviamente, dentro do mundo de criptomoedas.

As questões sociais foram priorizadas na elaboração do projeto, e como o intuito do token é representar a candidatura de Jair Messias Bolsonaro à reeleição de 2022, nada mais justo que ele indique a destinação da maior parte dos tokens criados para fins sociais e/ou ajuda humanitária (todos sem fins lucrativos).

Assim sendo, 75% (setenta e cinco por cento) das unidades criadas serão disponibilizadas para que o Presidente Bolsonaro indique o seu destino, desde que os indicados sejam entidades com fins sociais e/ou de ajuda humanitária (todos sem fins lucrativos). Dos 25% (vinte e cinco por cento) restantes dos token, 1/3 (um terço) será dividido entre um grupo seleto de apoiadores do presidente, tais como, youtubers, influenciadores, ongs, canais declarados como apoiadores, etc. O restante ficará para custear a manutenção e melhorias do projeto.

Não havendo interesse ou indicação pelo Presidente Bolsonaro, o projeto irá queimar 2/3 (dois terços) das unidades criadas e o restante será igualmente divido entre o grupo seleto e o projeto acima citados.

ONDE VOCÊ PODE ENCONTRAR O TOKEN BSN22

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Jair Messias Bolsonaro

Conheça um pouco mais sobre a caminhada até a presidência do Brasil
  • Breve resumo de sua história Nacido em Glicério / SP no dia 21 de Março de 1955. É um capitão reformado, político e atual presidente do Brasil. Foi deputado federal por sete mandatos entre 1991 e 2018, sendo eleito através de diferentes partidos ao longo de sua carreira. Elegeu-se Presidente do Brasil pelo Partido Social Liberal (PSL), ao qual foi filiado até novembro de 2019. Três de seus filhos também são políticos: Carlos Bolsonaro (vereador do Rio de Janeiro pelo Partido Social Cristão), Flávio Bolsonaro (senador fluminense pelo PSL e comandante da legenda no estado) e Eduardo Bolsonaro (deputado federal por São Paulo, também pelo PSL). Formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977 e serviu nos grupos de artilharia de campanha e paraquedismo do Exército Brasileiro. Tornou-se conhecido do público em 1986, quando escreveu um artigo para a revista Veja no qual criticava salários de oficiais militares. Por causa disso, foi preso por quinze dias, apesar de ter recebido cartas de apoio de colegas do exército. Foi absolvido dois anos depois. Bolsonaro ingressou na reserva em 1988, com o posto de capitão, após ser eleito para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro naquele ano. Foi eleito vereador pelo Partido Democrata Cristão (PDC), partido que seria extinto em 1993. Em 1990, candidatou-se a deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro. Foi o candidato mais votado, com apoio de 6% do eleitorado fluminense (464 mil votos), sendo reeleito por seis vezes. Durante seus 27 anos na Câmara dos Deputados, ficou conhecido por ser uma personalidade controversa, por conta de declarações classificadas como discurso de ódio e de suas visões políticas geralmente caracterizadas como populistas e de extrema-direita, que incluem a simpatia pela ditadura militar brasileira e a defesa das práticas de tortura por aquele regime. Em março de 2015, deixou de ser militar da reserva e passou a ser capitão reformado do exército. Bolsonaro foi anunciado como pré-candidato à Presidência do Brasil em março de 2016 pelo PSC. Somente em janeiro de 2018, no entanto, anunciou sua filiação ao PSL, o nono partido político de sua carreira desde que foi eleito vereador em 1988. Sua campanha presidencial foi lançada em agosto de 2018, com o general reformado Hamilton Mourão como seu vice na chapa. Ele se apresentou como um candidato conservador, defensor de valores familiares e de políticas mais rigorosas na área da segurança pública. Sofreu um atentado durante ato de campanha no dia 6 de setembro, recebendo um golpe de faca no abdômen. Em 7 de outubro, Bolsonaro ficou em primeiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais de 2018, com o candidato Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), em segundo. Foi eleito Presidente do Brasil no segundo turno, em 28 de outubro, com 55,13% dos votos válidos. (fonte:Wikipedia)
Jair Bolsonaro
Jair Bolsonáro
  • Origens e Infância Segundo relatos familiares, Jair Bolsonaro nasceu em Glicério, um pequeno município no noroeste do estado de São Paulo, e foi registrado dez meses depois, no dia 1º de fevereiro de 1956, na cidade de Campinas, onde morava grande parte de sua família de imigrantes italianos e alemães. Em seu registro de nascimento, todavia, sua naturalidade consta como sendo Campinas. O nome Jair foi escolhido após sugestão de um vizinho, em homenagem a Jair Rosa Pinto, meia-esquerda da Seleção Brasileira de Futebol que fazia aniversário naquele dia e jogava no Palmeiras, time pelo qual Percy Geraldo Bolsonaro, o pai, torcia. Inicialmente, chamar-se-ia apenas Messias Bolsonaro porque sua mãe, Olinda Bonturi, após uma gravidez complicada, atribuía a Deus o milagre do nascimento do filho. Em sua infância, morou em diversas cidades do estado de São Paulo. Nos primeiros anos de vida, sua família mudou-se para Ribeira. Após alguns anos, em 1964, a família mudou-se para Jundiaí nos bairros de Vianelo e Vila Progresso. Em 1965, mudaram-se para Sete Barras. Finalmente, em 1966, mudaram-se para Eldorado, no Vale do Ribeira, onde Jair cresceu junto com seus cinco irmãos. Completou o ensino médio no Científico Estadual de Eldorado Paulista. (fonte:Wikipedia)
  • Ascensão na carreira política Vereador do Rio de Janeiro (1989–1990) Em 1988, entrou na vida pública elegendo-se vereador da cidade do Rio de Janeiro pelo Partido Democrata Cristão. Segundo biografia feita por seu filho Flávio, Bolsonaro "foi candidato a vereador porque calhou de ser a única opção que possuía no momento para evitar que fosse vítima de perseguição por parte de alguns superiores. Seu ingresso na política aconteceu por acaso, pois sua vontade era dar continuidade na carreira militar". Assumiu seu mandato em 1989, ficando apenas dois anos na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Durante seu mandato, apresentou sete projetos de lei, um dos quais autorizava o transporte gratuito de militares em ônibus urbanos. Bolsonaro mostrou-se um vereador conservador, discreto e pouco participativo. Em um dos poucos discursos que fez em plenário, reclamou de uma nota publicada pelo jornal O Dia, que o acusava de registrar o discurso de colegas vereadores com ataques às Forças Armadas para enviar aos militares. Em outras ocasiões, Bolsonaro defendeu o controle da natalidade: "não adianta vir com paliativo, mostrar folhetinhos para a população carente que é analfabeta", disse. Também julgou ineficaz a distribuição de camisinhas a moradores de favelas, pois "a molecada vai brincar de bexiga", e disse que a contenção da explosão demográfica deve ocorrer "em cima da classe mais humilde". As palavras do vereador foram transcritas no Diário da Câmara Municipal, pois na época a Casa não tinha um canal de televisão.
    Deputado Federal (1991–2019) Nas eleições de 1990, elegeu-se deputado federal, também pelo PDC. Viriam em seguida outros seis mandatos sucessivos. Além do PDC, foi filiado a outros oito partidos ao longo de sua carreira política: PPR (1993-95), PPB (1995-2003), PTB (2003-2005), PFL (2005), PP (2005-2016), PSC (2016-2017) e o PSL (2018-2019). Em 2017, declarou que já havia pensado em se filiar ao Prona, também chegando a conversar sobre sua filiação ao PEN, atual Patriota, mas nada se concretizou. Enquanto deputado, Bolsonaro concorreu também à presidência da Câmara. Em fevereiro de 2017, Bolsonaro concorreu pela terceira vez ao cargo de presidente da Câmara dos Deputados, obtendo apenas quatro votos. Ele já havia disputado o mesmo cargo em 2005 e 2011, tendo sido derrotado em todas essas tentativas. Na Câmara dos Deputados, Bolsonaro foi titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, e suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Bolsonaro desistiu de tentar uma oitava reeleição para o cargo de deputado federal a fim de disputar a Presidência da República em 2018. (fonte:Wikipedia)
Jair Bolsonaro
Jair Bolsonáro
  • Candidatura à Presidência da República (2018) Campanha Presidencial Jair Bolsonaro candidatou-se à presidência da República Federativa do Brasil pelo Partido Social Liberal nas eleições presidenciais de 2018 com General Mourão (do PRTB) como vice, na coligação "Brasil acima de tudo, Deus acima de todos". Sua candidatura, que tinha duas contestações, foi deferida por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Jair Bolsonaro foi o primeiro candidato à presidência a alcançar o valor de um milhão de reais em doações para campanha eleitoral por meio do financiamento coletivo. O valor foi alcançado após 59 dias do início da campanha de arrecadação, em 5 de julho, arrecadando-se em média 17 mil reais por dia. Em 23 de agosto, iniciou sua campanha, gozando de forte proteção policial e usando colete à prova de balas. O então presidente do PSL, Gustavo Bebianno declarou que Bolsonaro estava em nível máximo de risco. Obteve 49.276.990 votos no primeiro turno da eleição, que ocorreu dia 7 de outubro, o que corresponde a 46,03% dos votos válidos, sendo o mais votado do turno. Como nenhum candidato atingiu 50% dos votos válidos, o Tribunal Superior Eleitoral convocou o segundo turno da eleição, disputado entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad do Partido dos Trabalhadores (PT). Jair Bolsonaro venceu em 16 estados e no Distrito Federal, ultrapassando 50% dos votos em 13 estados. No dia 28 de outubro sucedeu-se o segundo turno da eleição, e Jair Bolsonaro confirmou o resultado do primeiro turno, obtendo 57.797.847 de votos (55,13% dos votos válidos), elegendo-se assim com êxito o 38º presidente da República no Brasil. Bolsonaro repetiu a vitória em 15 estados onde ganhara no primeiro turno e também no Distrito Federal, mas não conseguiu manter a vitória no Tocantins. Bolsonaro interrompeu o ciclo de quatro vitórias consecutivas do Partido dos Trabalhadores, que se repetia desde 2002, quanto Luiz Inácio Lula da Silva venceu a eleição presidencial daquele ano. Bolsonaro é o décimo militar que chega à presidência da República, o primeiro desde o princípio da Nova República. É também o primeiro ítalo-brasileiro eleito à presidência da República de forma direta. No dia 1º de janeiro de 2019, Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão tomaram posse como presidente e vice-presidente da República em cerimônia no Congresso Nacional. Após o evento, Bolsonaro recebeu a faixa presidencial das mãos do ex-presidente Michel Temer e fez um discurso no parlatório do Palácio do Planalto. A posse de Bolsonaro teve o maior reforço de segurança na história das posses, contando com cerca de seis mil agentes e 2,6 mil policiais militares.(fonte:Wikipedia)